Sindicato orienta categoria a denunciar assédio moral nos bancos

A presidenta do Sindicato de Londrina, Regiane Portieri, entrega o folder com orientações sobre o combate ao assédio moral a funcionários do Banco do Brasil A presidenta do Sindicato de Londrina, Regiane Portieri, entrega o folder com orientações sobre o combate ao assédio moral a funcionários do Banco do Brasil
quinta-feira, 05/10/2017 - FONTE: Vida Bancária - AUTOR: Por Armando Duarte Jr

O Sindicato de Londrina está distribuindo aos bancários e bancárias de sua base territorial um folder com informações a respeito do Protocolo para Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho, assinado com os bancos em 2010, e que, por meio de um Acordo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho, estabelece um canal de denúncias sobre a prática de assédio moral.

Clique aqui para ler o folder.

Regiane Portieri, presidenta do Sindicato de Londrina, afirma que a intenção é estimular a categoria a utilizar este instrumento como forma de punir aqueles que tratam de maneira desrespeitosa seus subordinados ou colegas de trabalho que assim também agirem.

“A denúncia é muito importante para coibir esse tipo de violência no setor financeiro, pois temos garantido no Acordo a realização de reuniões semestrais de avaliação do programa de combate ao assédio moral. O Sindicato garante o sigilo de quem apresentar a denúncia e depois vai encaminhá-la ao banco para que tome as devidas providências”, explica.

Segundo Regiane, os representantes da Contraf-CUT vêm conseguindo aprimorar este instrumento, como, por exemplo, a redução de 60 para 45 dias de prazo para que os bancos apresentem um posicionamento dos casos enviados pelos Sindicatos, mas a Fenaban vem protelando o repasse de dados estratificados a respeito das denúncias, o que impede ao movimento sindical uma análise mais ampla da questão.

“Por isso, orientamos bancárias e bancários que forem vítimas de ações desrespeitosas nos bancos a procurar o Sindicato para formalizarmos as denúncias, fazendo valer este instrumento e cobrar medidas dos bancos para eliminar esse tipo de conduta em seus quadros de pessoal”, ressalta.

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